Poetisa e Trovador
Dizer que amo, já nem sei contar,
Em cada verso, minh’alma a vibrar.
Às vezes, me perco, me deixo levar,
O peito é um mar, impossível calar.
Se choro, é que sinto a dor da rejeição,
Mas logo percebo: sou forte, sou chão.
Minha alma é brasa, ardente e sincera,
Ama sem medo, entrega-se inteira.
Não sou pequena, sou grande em sentir,
E ser quem eu sou me faz existir.
Poetisa que vive, que sonha, que escreve,
Apaixonada por um trovador que em versos a eleve.
Neide Rodrigues, 2 de abril de 2025